3 lançamentos de fevereiro que vão bagunçar meu backlog

Dragon Quest VII Reimagined, Nioh 3 e Resident Evil Requiem chegam em fevereiro de 2026. Veja uma prévia sobre o que esperar de cada jogo.

GAMES ATUAISNOTICIAS

1/27/20263 min read

Dragon Quest VII Reimagined (5 de fevereiro de 2026)

Se você sente falta de um RPG raiz, daqueles que você começa “só pra testar” e quando vê já tá discutindo build e reviravolta de história… Dragon Quest VII Reimagined parece exatamente esse tipo de problema gostosinho.

A Square Enix já confirmou o lançamento em 5 de fevereiro de 2026 e liberou demo gratuita com transferência de save (aquele “só mais uma horinha” oficializado).
E sim: na Steam ainda tem acesso antecipado começando em 3 de fevereiro pra quem compra antes.

O que eu espero daqui: um remake que respeite o ritmo clássico de Dragon Quest, mas com cara e conforto modernos. Se a demo for um termômetro, a estratégia é clara: te fisgar cedo e te manter lá até o lançamento.

Pra quem é:

Fã de JRPG clássico

Quem curte aventura longa (daquelas de “vou morar nesse jogo”)

Quem quer um RPG mais tradicional, sem precisar de 47 sistemas diferentes pra se divertir

Nioh 3 (6 de fevereiro de 2026)

Nioh 3 tem uma missão simples e nada humilde: pegar tudo que o Team Ninja já faz bem (combate rápido, build, loot, yokai e sofrimento) e entregar um jogo que pareça o ápice da série.

A data oficial é 6 de fevereiro de 2026 (PS5 e PC), e eles também já anunciaram demo em 29 de janeiro, com multiplayer e até transferência de progresso.
(Obs: algumas lojas digitais podem mostrar dia 5 por causa do horário de liberação/fuso, mas a comunicação oficial bate no dia 6.)

O que eu espero daqui: mais liberdade de exploração e um combate ainda mais “crocante” — aquele tipo de jogo que te humilha, mas te dá vontade de voltar porque a derrota foi culpa sua (quase sempre).

Pra quem é:

Quem curte soulslike/agilidade/combate técnico.

Quem gosta de experimentar builds, armas e estilos.

Quem quer um desafio “honesto”, mas sem pena.

Resident Evil Requiem

(27 de fevereiro de 2026)

Se fevereiro já vinha forte com JRPG gigante e pancadaria soulslike, Resident Evil Requiem é aquele lançamento que chega com cara de “todo mundo vai comentar, mesmo quem não joga”. Não é só mais um Resident Evil: a Capcom está tratando Requiem como o próximo grande capítulo da série principal — e dá pra sentir isso na ambição do projeto.

O jogo chega em 27 de fevereiro de 2026, com lançamento confirmado para PS5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2.

E o “pulo do gato” aqui é que Requiem parece ser dois Resident Evils no mesmo pacote — só que do jeito certo. A estrutura gira em torno de duas campanhas/estilos: de um lado, a Grace Ashcroft, uma protagonista nova, com uma pegada mais tensa, claustrofóbica e survival horror mesmo, daquelas que te fazem andar devagar porque você não tem munição pra ser valente. Do outro, Leon S. Kennedy, que volta com um gameplay mais agressivo e “crocante”, puxando o espírito do que RE4 tem de melhor, com mais recursos de combate e ritmo mais acelerado.

Essa divisão é uma jogada inteligente porque agrada dois públicos que vivem se bicando há anos:

A galera do “RE bom é o que dá medo e te deixa pobre de munição”;

E a galera do “ok, mas eu também quero ação bem feita e combate gostoso”.

Outro detalhe que me deixou bem curioso é a ideia de trocar perspectiva (primeira e terceira pessoa) pra ajustar a experiência ao seu estilo. O que, na prática, pode mudar completamente como você encara tensão e combate.

E tem mais: pelo que já apareceu em prévias recentes, a Capcom parece ter aprendido a dosar o famoso “inimigo perseguidor” (aquele que te faz correr e xingar), sem transformar o jogo inteiro num pega-pega eterno. A Grace deve ser mais “sobreviver e escapar”, enquanto o Leon entra quando o jogo quer que você enfrente o caos de frente.

No fim das contas, Resident Evil Requiem tem tudo pra ser o lançamento que fecha fevereiro com chave de ouro (e algumas portas trancadas também, claro). Se a Capcom acertar o equilíbrio entre medo + ação, a gente pode estar olhando para um daqueles RE que vira referência — o tipo de jogo que puxa conversa, gera teoria, e faz a internet inteira discutir final, lore e “qual campanha é melhor”.

Gustavo | Press Start